quarta-feira, 2 de setembro de 2009

APRESENTAÇÃO

Neste blog iremos apresentar, algumas informações sobre a crise ambiental, com alguns comentários, notícias, propostas de soluções, etc.

TRATADO DE KYOTO

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

TRATADOS AMBIENTAIS



Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano e Documentos Resultantes - Estocolmo - 1972
Os sérios problemas ambientais que afetavam o mundo foram a causa da convocação pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1968, da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, que veio a se realizar em junho de 1972 em Estocolmo. Essa conferência chamou a atenção das nações para o fato de que a ação humana estava causando séria degradação da natureza e criando severos riscos para o bem estar e para a própria sobrevivência da humanidade. Foi marcada por uma visão antropocêntrica de mundo, em que o homem era tido como o centro de toda a atividade realizada no planeta, desconsiderando o fato de a espécie humana ser parte da grande cadeia ecológica que rege a vida na Terra. A Conferência foi marcada pelo confronto entre as perspectivas dos países desenvolvidos e dos países em desenvolvimento. Os países desenvolvidos estavam preocupados com os efeitos da devastação ambiental sobre a Terra, propondo um programa internacional voltado para a conservação dos recursos naturais e genéticos do planeta, pregando que medidas preventivas teriam que ser encontradas imediatamente, para que se evitasse um grande desastre. Por outro lado, os países em desenvolvimento argumentavam que se encontravam assolados pela miséria, com graves problemas de moradia, saneamento básico, atacados por doenças infecciosas e que necessitavam desenvolver-se economicamente, e rapidamente. Contou com representantes de 113 países, 250 organizações-não-governamentais e dos organismos da ONU.

Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano e Documentos Resultantes - Rio de Janeiro - 1992
Em 1989 a Assembléia Geral da ONU convocou a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), que ficou conhecida como “Cúpula da Terra”, e marcou sua realização para o mês de junho de 1992, de maneira a coincidir com o Dia do Meio Ambiente.
Dentre os objetivos principais dessa conferência, destacaram-se os seguintes:
- examinar a situação ambiental mundial desde 1972 e suas relações com o estilo de desenvolvimento vigente;
- estabelecer mecanismos de transferência de tecnologias não-poluentes aos países subdesenvolvidos;
- examinar estratégias nacionais e internacionais para incorporação de critérios ambientais ao processo de desenvolvimento;
- estabelecer um sistema de cooperação internacional para prever ameaças ambientais e prestar socorro em casos emergenciais;
- reavaliar o sistema de organismos da ONU, eventualmente criando novas instituições para implementar as decisões da conferência.
A Conferência ficou conhecida como “Cúpula da Terra” (Earth Summit), e realizou-se no Rio de Janeiro entre 3 e 14 de junho de 1992, contando com a presença de 172 países (apenas seis membros das Nações Unidas não estiveram presentes), representados por aproximadamente 10.000 participantes, incluindo 116 chefes de Estado. Além disso, receberam credenciais para acompanhar as reuniões cerca de 1.400 organizações-não-governamentais e 9.000 jornalistas.

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Rochelle Nardi - Secretária do comitê



ÓRGÃOS QUE FISCALIZAM O MEIO AMBIENTE


- IBAMA - Inst.Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - Ministério do Meio Ambiente - Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - IEF - Fundação Instituto Estadual de Florestas - CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente - EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos - CONSEMA – Conselho Estadual do Meio Ambiente - CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - FATMA – Fundação do Meio Ambiente - FEAM - Fundação Estadual do Meio Ambiente - Secretaria de Estado de Produção e Desenvolvimento Sustentável - Ministério da Integração Nacional - Centro de Recursos Ambientais - Comando de Policiamento Florestal e de Mananciais - IAP - Instituto Ambiental do Paraná - FEEMA - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente - PATRAM – Patrulha Ambiental Litoral Norte - RS - - FEMAGO - Fundação Estadual do Meio Ambiente - FEPAM - Fundação Estadual de Proteção Ambiental - FNMA - Fundo Nacional do Meio Ambiente - FAEMA - Fundação Municipal do Meio Ambiente

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA AMBIENTAL


Legislação é o conjunto de normas jurídicas, leis, decretos, resoluções, portarias, medidas provisórias e outras que estabelece os direitos e deveres da sociedade. Os cidadãos encontram respaldo nas legislações para atenção de seus direitos e deveres da família, as autoridades seu próximo, seu superior, seu subordinado e assim por adiante. A legislação e instituída para ordenar os variados assuntos de interesse social. A legislação brasileira que diz respeito à defesa do meio ambiente é composta por numerosas leis esparsas. Algumas são recentes, outras já existem há décadas. Há muitos dispomos de condições legais para agir em defesa de bens ambientais. Desde os anos 30, no Brasil, vem se desenvolvendo uma consciência de proteção ambiental. Durante trinta anos, o Brasil somou uma legislação que visou, principalmente, à natureza. A partir de 1973, com a criação no âmbito do Ministério do Interior da Secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA), primeiro organismo oficial brasileiro voltado para utilização racional dos recursos naturais e preservação do meio ambiente, as normas jurídicas foram bastante ampliadas. Em 1981, surgiu a primeira conquista do movimento ambientalista brasileira, com a publicação da lei, 6938, que disponha sobre á Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismo de formulação e aplicação constituiu-se num importante instrumento de amadurecimento e consolidação da política ambiental em nosso país. A Constituição promulgada em 1988 representou significativo avanço para área ambiental ao dedicar, de forma inédita, um capítulo especial para o meio ambiente e ao incluir a defesa deste entre os princípios da ordem econômica, buscando compatibilizar a promoção do crescimento econômico-social com a necessária proteção e preservação ambiental. Assim, no Capitulo VI, que trata do meio ambiente, o art. 225 estabelece que: "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações." Dessa forma, o meio ambiente está caracterizado como direito inerente de cada indivíduo e de toda a sociedade, cabendo ao Poder Público, indistintamente, o dever de preservar e garantir o equilíbrio ambiental. Nesse sentido, o parágrafo 1o do citado artigo explicita as incumbências do Poder Público, dentre as quais incluem-se:

a) preservação e restauração dos processos ecológicos essenciais;
b) promoção do manejo ecológico das espécies e ecossistemas;
c) preservação da diversidade e da integridade do patrimônio genético do País;
d) fiscalização de entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético;
e) definição de espaços territoriais a serem especialmente protegidos ;
f) exigência de prévio estudo de impacto ambiental parra a instalação de obra ou atividade potencialmente degradara do meio ambiente;
g) controle da produção, da comercialização e do emprego de técnicas, métodos e substâncias que comportem risco a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente.
h) promoção da educação ambiental e da conscientização pública para a preservação do meio ambiente; e
i) proteção da fauna e da flora.

A preocupação com a defesa do meio ambiente continua expressa nos parágrafos 2o, 3o, 4o, 5o e 6o, através dos quais se estabelece:
a)a obrigatoriedade da recuperação da área degradada por quem explora recursos minerais;
b) a previsão de sanções penais e administrativas a infratores por conduta ou atividades lesivas ao meio ambiente;
c) a Floresta Amazônica Brasileira , a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal mato-grossense e a Zona Costeira como patrimônio nacional.
d) a indisponibilidade das terras devolutas ou arrecadadas pelos Estados, por ações discriminatórias, necessárias à proteção dos naturais; e
e) a necessidade de definição em lei federal para a localização de usinas que operem com reator nuclear.

Em síntese, a matéria ambiental passou a ter tratamento especifico e abrangente na constituição, que atribui ao Poder Público responsabilidade pela defesa e preservação do meio ambiente. Significa dizer que a administração Municipal componente do Poder Público, passou a ter obrigações constitucionais na manutenção do equilíbrio ecológico. A forma de atuação do município para o atendimento dessa atribuição abrange, necessariamente, o exercício das competências comuns e concorrentes, seja protegendo o meio ambiente e combatendo a poluição em qualquer de suas formas, preservando as florestas, a fauna ou estabelecendo legislação de interesse local, sobre a matéria ambiental. Logo, no exercício de sua competência e observando o tratamento que a Constituição Estadual concede ao meio ambiente, os municípios devem, dentre outras ações:

a) estabelecer legislação suplementar à da União e dos Estados, em atendimento ao interesse local;
b) aplicar sanções aos responsáveis por atividades que estejam causando danos ao meio ambiente;
c) controle a observância das normas ambientes;
d) participar ativamente do processo de licenciamento de atividades e obras poluidoras ou potencialmente;
e) implementar medidas concernentes às formas e padrões de proteção e preservação ambiental e de fiscalização controle de atividades; e
f) criar espaços territoriais a serem especialmente protegidos, como áreas de proteção ambiental, parques, reservas e estações ecológicas etc.

A competência própria do município no trato das questões ambientais não exclui a possibilidade de ação conjugada com a União e o estado. Por isso, é recomendável que as ações municipais sejam realizadas, sempre que possível, de forma integral com essas esferas de governo, sem prejuízo das atribuições especificas de cada parte. De qualquer maneira, é de extremamente importância que o Município atue efetivamente com vistas à melhoria da qualidade de vida da população local, em cumprimento do dever fixado para o Poder Público pela Constituição Federal. (Administração Municipal para o Meio Ambiente Roteiro Básico, Ministério do Meio Ambiente)


Tatiane Sartori - Brazilianista

PRINCIPAIS PROBLEMAS ECOLÓGICOS


Nas últimas décadas, notou-se um grande aumento na área devastada da floresta amazônica. Um fato preocupante, é verdade, pois se trata da maior floresta tropical do mundo.

A extinção de grandes áreas de vegetação nativa e a destruição de rios importantes são algumas das principais ameaças. Os efeitos de alguns desses problemas, só serão sentidos num futuro distante – como a destruição das florestas, da fauna e da flora. Mas há também as conseqüências que podem estourar a qualquer momento, deixando uma região em situação crítica após, por exemplo, o vazamento de um oleoduto ou de uma usina nuclear.

Nas últimas décadas, notou-se um grande aumento na área devastada da floresta amazônica. Um fato preocupante, é verdade, pois se trata da maior floresta tropical do mundo.

Atualmente, o movimento ecologista, de um modo geral, aponta como principais causadores da degradação do meio-ambiente da região:

- A ação das mineradoras: os grandes pontos de mineração da região têm se expandido, e novos têm surgido. Esses complexos exigem uma boa malha rodo ferroviária, gerando mais intervenção humana;
- Garimpos de ouro causam degradações imensas, destruindo rios e grandes áreas, principalmente através da contaminação por mercúrio;
- A extração de madeira. A ação das madeireiras ilegais é a que mais preocupa, derrubando grandes áreas;
- O surgimento de grandes áreas de produção agropecuária tem acabado com grandes áreas de florestas;
- O avanço da fronteira agrícola nacional, principalmente no norte de Mato Grosso e Goiás e sul do Pará;
- O surgimento de novas estradas, ferrovias e hidrovias devido a todos esses fatores;
- O surgimento de novas concentrações populacionais e aumento de outras existentes, também pelo mesmo motivo.

A extinção de grandes áreas de vegetação nativa e a destruição de rios importantes são algumas das principais ameaças. Os efeitos de alguns desses problemas, só serão sentidos num futuro distante – como a destruição das florestas, da fauna e da flora. Mas há também as conseqüências que podem estourar a qualquer momento, deixando uma região em situação crítica após, por exemplo, o vazamento de um oleoduto ou de uma usina nuclear.

Algumas mudanças de hábito que podem beneficiar o ambiente:

- Economizar água: acumule louça para lavar, esfregue tudo e no momento do enxágüe deixe a água de uma cair sobre a outra; a água em que verduras foram lavadas pode ser usada para regar as plantas

- Lâmpadas fluorescentes, baterias e pilhas devem ser entregues a postos de coleta desse tipo de material (que além de ser reciclável é muito tóxico para ser posto no lixo comum, pois nelas há alumínio, chumbo, níquel, manganês, antimônio, cobre e mercúrio).
- Óleo de cozinha tem que ser entregue para alguma instituição que recolha, pois colocando no ralo da pia, ele ‘suja’ as águas.
- Aparelhos que possuem o modo “stand-by” consomem quase o mesmo tanto de energia ligados ou nesse modo, portanto se os desligarmos da tomada quando não estiverem sendo utilizados haverá uma diminuição de 5% no gasto de energia, o que beneficia a todos.
- Móveis e objetos de madeira com selo do FSC vêm de reflorestamento.
- Quando for ao mercado ou feira levar sacola de casa, dessa forma evita-se o uso de sacolas plásticas e saquinhos para legumes e frutas, pode-se colocar tudo na sacola da própria pessoa. (os saquinhos e sacolas plásticas levam até 500 anos para se decompor e sua reciclagem é mais cara do que a fabricação, portanto somente colocá-los pra reciclar não resolve o problema, o ideal é não utilizá-los).
- Evitar o uso de papel alumínio e produtos feitos com esse material, como protetores de fogão, refrigerantes em lata etc. O alumínio requer muita energia para sua produção.
- Imprimir dos dois lados do papel.
- Evitar produtos de PVC os quais na sua produção liberam subprodutos organoclorados perigosos.


Tatiane Sartori - Brazilianista


SITUAÇÃO AMBIENTAL



O Brasil, que tem sido tão atacado por ambientalistas mal informados (ou talvez de má-fé), emite apenas 1,5% do total de 3,5 bilhões de toneladas anuais de gás carbônico. E a explicação é simples. Em primeiro lugar, o Brasil tem uma grande quantidade de fontes não-poluentes de energia (basicamente a água), enquanto os países avançados usam pesadamente os combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural), altamente poluidores. Apesar de sermos um exemplo para um mundo em termos de produção de energia limpa, o Brasil fica entre os maiores emissores de gases do efeito estufa do mundo devido ao desmatamento. Nos últimos 12 meses, a Amazônia perdeu 9.495 quilômetros quadrados - o equivalente a mais de seis vezes a área da cidade de São Paulo. Outro bioma fundamental, a Mata Atlântica, conta com apenas 7,26% da cobertura original no Brasil. Estudo da Fundação SOS Mata Atlântica e do INPE indica que a alta taxa de fragmentação florestal ameaça a biodiversidade no país. Santa Catarina, Minas Gerais e Bahia são os estados que mais desmataram no período de 2000-2005, em números absolutos. As espécies estão se extinguindo cem vezes mais rápido que os registros históricos. Estão ameaçados de sumir do planeta 12 por cento dos pássaros, 23 por cento dos mamíferos e mais de 30 por cento dos anfíbios. A crescente preocupação com a qualidade ambiental tem levado as indústrias brasileiras a buscarem alternativas tecnológicas mais limpas e matérias primas menos tóxicas, a fim de reduzir o impacto e a degradação ambientais. A conscientização da sociedade e a legislação ambiental têm induzido as empresas a uma relação mais sustentável com o meio ambiente. Não há mais lugar para a exacerbação do lucro obtido às custas do comprometimento do meio ambiente. Diante disso, a indústria tem sido forçada a investir em modificações de processo, aperfeiçoamento de mão-de-obra, substituição de insumos, redução de geração de resíduos e racionalização de consumo de recursos naturais.

Tatiane Sartori - Brazilianista

IMPACTOS DA CRISE AMBIENTAL



Impactos negativos: desequilíbrio da produção de alimentos e do crescimento da população humana, a redução da produtividade de vastas áreas de terra, o mau uso e a poluição das águas, a mudança gradual dos climas regionais e globais como resultado das atividades urbanas e das técnicas agrícolas, a destruição de importantes espécies da fauna selvagem e a alteração das comunidades naturais e a proliferação de organismos transmissores de doenças e epidemias.


Impactos positivos: Com essa crise o Brasil e todo o mundo estão começando a enxergar o que vai acontecer se não fizermos nada para salvar o meio ambiente. Se ninguém fizer nada, se ninguém ajudar o planeta em que todos nós vivemos, vai piorar cada vez mais, e depois que tudo já estiver arruinado, vão ficar se culpando por não terem feito nada, não terem se preocupado antes.


Tatiane Sartori - Brazilianista

terça-feira, 25 de agosto de 2009

EUA e o protocolo de Kyoto


Os Estados Unidos, maior emissor de dióxido de carbono do mundo, se opuseram ao Protocolo de Kyoto afirmando que a implantação das metas prejudicaria a economia do país. O ex-presidente George W. Bush considerou a hipótese do aquecimento global bastante real, mas disse que preferia combatê-lo com ações voluntárias por parte das indústrias poluentes e com novas soluções tecnológicas. Um outro argumento utilizados por Bush para refutar o acordo foi a falta de exigência sobre os países em desenvolvimento para a redução das emissões - leia-se, principalmente, China e Índia. Espera-se que, a partir de 2009, com um novo presidente, o país mude sua posição.
Mesmo o governo dos Estados Unidos não assinando o Protocolo de Kyoto, alguns municípios, Estados (Califórnia) e donos de indústrias do nordeste dos Estados Unidos já começaram a pesquisar maneiras para reduzir a emissão de gases promotores do efeito estufa — tentando, por sua vez, não diminuir sua margem de lucro com essa atitude.
Rochelle Nardi - Secretária do comitê

NATHÁLIA FREITAS - PRESIDENTE DO COMITÊ


Todos conhecem a árvore abrigo, da chuva, do sol, do vento, como também conhecem a árvore oxigênio, a árvore paisagem, a árvore de fruta, da mobília ou da rolha de cortiça. Mas, não podemos esquecer de todas as outras funções que as árvores desempenham sozinhas, melhorando a nossa qualidade de vida e dos ecossistemas do planeta. O homem desmata, queima, e acaba com as maiores florestas e talvez a única salvação do planeta, ele não pensa nas conseqüências, talvez a melhor solução de todos os nossos problemas seria se as pessoas começassem a pensar um pouco, nas suas ações e no que elas podem causar. Existe uma organização não governamental chamada WWF que dedica seu tempo à conservação da natureza e da biodiversidade e também promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações, essa organização cria vídeos muito interessantes sobre o novo jeito de pensar;

Talvez olhando por esse lado as pessoas acordem e percebam que se não começarem a tomar suas atitudes, em menos de 50 anos as doenças respiratórias aumentarão 76%. PENSE DE NOVO.

NATHÁLIA FREITAS - PRESIDENTE DO COMITÊ

O movimento pela preservação do meio ambiente que antes era apenas uma preocupação de poucos, nos últimos anos tem sido uma alerta global. A idéia que se tinha da infinidade dos recursos e de sua abundância, levou o homem durante séculos a depredar a natureza e interferir no seu equilíbrio ambiental. Hoje, tem crescido a necessidade da humanidade compreender como o ciclo ambiental funciona, pois o futuro de nossa sociedade está na dependência do próprio homem aprender a viver sem danificar a natureza. A ONU (Organização das Nações Unidas), estima que em menos de 30 anos cerca de dois terços da humanidade pode vir a passar sede. Acredita-se que num futuro bem próximo, a principal guerra será por água. É esse o futuro que queremos, desejamos para as próximas gerações?


Este mapa mostra qual a situação da água hoje em dia no planeta, se não começarmos a economizar agora, desligando a torneira na hora de escovar os dentes, tomar banho mais curto, não lavar calçadas com mangueira, enfim...poupar o planeta, pois ele está pedindo socorro!

NATHÁLIA FREITAS - PRESIDENTE DO COMITÊ

(04/08/2009) "O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse nesta terça-feira que o desmatamento da Amazônia pode alcançar seu menor patamar em 20 anos, após o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) anunciar queda de 33 por cento na destruição da floresta em junho.
Números do Sistema de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Inpe, apontaram 578,6 quilômetros quadrados de área desmatada na Amazônia, contra 840 quilômetros quadrados no mesmo mês do ano passado. Quarenta e três por cento da Amazônia estava coberta de nuvens, o que impossibilita a análise do satélite, segundo o Inpe".

Ao ler este texto me surpreendi e achei que fosse uma ótima notícia, mas ao pensar no tamanho da área desmatada (578,6 km²) percebi que continuava sendo um tamanho absurdo, maior que a cidade de Porto Alegre(496,8 km²) e isso tudo foi desmatado em um mês, será que o ser humano só vai se dar conta de que isto é um mal pra ele mesmo quando a situação não tiver mais uma solução? Quanto tempo mais teremos que ouvir notícias como estas?
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Nathália Retamal de Freitas - presidente do comitê

NATHÁLIA FREITAS - PRESIDENTE DO COMITÊ

Encontrei um vídeo que mostra bastante os problemas na qual o mundo está passando, e muitas soluções para eles...

Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações, é o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro. É este caminho que devemos seguir para resolver os problemas do planeta, se aprendermos que os recursos naturais do planeta são finitos, e que realmente a chance de eles acabarem é grande, poderemos pensar em maneiras para melhorar, desde as menores ações como apagar a luz ao sair de uma peça de casa.

NATHÁLIA FREITAS - PRESIDENTE DO COMITÊ


Todos os dias vemos na televisão, nos jornais e nas revistas as catástrofes no meio ambiente as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no mundo. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos. A Europa tem enfrentado ondas de calor de até 40 graus, ciclones estão atingindo o Brasil, o número de desertos aumenta a cada dia, grandes furacões causam mortes e destruição em vários países e as geleiras estão derretendo o que faz com que o mar avance sobre o continente cada vez mais. Pesquisadores e cientistas, afirmam que tudo é culpa do aquecimento global, causado pela emissão de gases poluentes na atmosfera. Esses gases formam uma camada de poluição, que não permite a volta da radiação solar para o espaço, a emissão de gases geralmente é causada por grandes fábricas e até mesmo por queimadas, e outros tipos de incêndio, também são emitidos pela combustão dos automóveis e etc. O desmatamento e a queimada de florestas também colabora para muitos desastres ambientais, os animais acabam fugindo das florestas indo parar em cidades, ameaçando a vida das pessoas e deles também, a poluição é um dos fatores que mais trás conseqüências para população, quando a poluição chega a um rio ou lago, polui a água que pode abastecer uma cidade, além de matar os peixes e a vegetação, trazem problemas para os outros animais que vivem ao redor e entram em contato com aquela poluição e assim em diante...

Estes com certeza são os maiores problemas do planeta, e não a queda da bolsa ou o que vai acontecer no último capítulo da novela, falando em novela, a televisão é um dos meios que mais gastam energia das nossas casas, achei um vídeo bem interessante de uma propaganda de um resort sobre o dia do meio ambiente, assista:



PROTOCOLO DE KYOTO - quem cumpre e quem não cumpre


LEGENDA
verde: Países que ratificaram o protocolo.
amarelo: países que ratificaram mas não cumpriram o protocolo.
vermelho: países que não ratificaram o protocolo.
cinza: países que não assumiram nenhuma posição no protocolo.

Rochelle Nardi - secretária do comitê

G8 não está combatendo mudança climática, diz estudo

"ROMA (Reuters) - A apenas cinco meses para a aprovação de um novo pacto global para combater a mudança climática, nenhum país do Grupo dos Oito está fazendo o suficiente para conter o aquecimento global, com Canadá e Estados Unidos figurando entre os últimos do ranking, alertou um estudo na quarta-feira.

Os "Indicadores Climáticos do G8", compilados pelo grupo ambientalista WWF, afirmaram que mesmo os membros mais "verdes" do clube dos países ricos - Alemanha, Grã-Bretanha e França - não estão na trilha para limitar o aumento da temperatura para menos de dois graus Celsius.

Líderes do G8 vão se reunir na Itália na semana que vem para discutir a crise financeira e a mudança climática, na esperança de avançar em direção a um novo pacto sobre o aquecimento global, que deve ser aprovado em Copenhague em dezembro para substituir o acordo de Kyoto, de 1997.

A eles vão se unir os membros do Fórum das Maiores Economias, organizado pelo presidente norte-americano, Barack Obama, numa tentativa de formar um amplo consenso.

"Embora possa haver a possibilidade de socorro para o sistema financeiro, nenhuma quantidade de dinheiro salvará o planeta uma vez que a mudança climática cruzar o limiar do perigo", escreveu o diretor-geral do WWF, James Leape, no prefácio do relatório.

Os indicadores anuais do G8, de quarta-feira, destacaram o Canadá, afirmando que o governo conservador do premiê Stephen Harper não implementou um plano para reduzir as emissões, que já estão entre as mais altas do mundo per capita e aumentam de forma constante. O Canadá não chegou nem perto de cumprir o acordo de Kyoto, disse o WWF.

O relatório elogiou o presidente Obama por priorizar a energia limpa no pacote de recuperação da economia e promover uma legislação ambiental, mas disse que as emissões per capita dos EUA estavam entre as mais altas do mundo e a previsão é de que aumentem."

Os países considerados em desenvolvimento, que não poluem tanto, estão cumprindo o tratado de kyoto, enquanto os países desenvolvidos continuam poluindo muito.


Rochelle Nardi - secretária do comitê

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

RESPEITO!



Desde que os primeiros seres deram o primeiro sinal de vida na Terra, o respeito já deveria ter sido praticado. Podemos mencionar que o homem pré-histórico não era um ser muito evoluído mentalmente para que pudesse praticar o respeito, mas o ser humano de hoje em dia muito mais evoluído do que os povos de antigamente, continua possuindo fortes características de um homem da idade da pedra.

Existem muitos valores que são fundamentais na vida de todo e qualquer ser que habita a Terra, valores indispensáveis para se ter uma boa qualidade de vida.

O planeta hoje precisa desesperadamente deste respeito e de muitas atitudes, tudo que está ocorrendo com o ele é exatamente o reflexo das atitudes do homem, a falta de respeito. O homem polui, desmata, destrói, modifica, extrai, mata a natureza e o meio ambiente. O homem pensa mais nele e em seus problemas e necessidades do que nas coisas a sua volta. Ele não entende que destruindo o nosso planeta ele está se destruindo, destruindo belezas naturais que não iram voltar, poluindo a água na qual ele bebe, e utiliza e atualmente não consegue viver sem, ele está apenas se prejudicando e não tirando lucros disso.

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Dharana Rivas - Ecologista

RESPEITO part. 2


O homem não tem respeito com o mundo a sua volta, ele faz aquilo que ele acha certo, independente das suas causas, ele desmata pois assim terá como produzir com a madeira estratificada, ele contrabandeia animais extintos que ele próprio mata, para ganhar dinheiro com isso. Ele faz o que bem entende. E ele só nota o que está fazendo quando está no fim da linha, onde a única saída é mudar. E será que agora depois de um estrago imenso há realmente uma volta?

Meramente antes de tudo, homem tem que respeitar a si mesmo e aos outros a sua volta. O respeito é algo tão simples e ao mesmo tempo tão indispensável, a ganância e o poder hoje são enormes problemas no mundo. Guerras, brigas, conflitos, descriminações, tudo isso ocorre simplesmente pela falta de respeito. O homem ganancioso nunca se satisfaz quer sempre mais, nem que para isso ele tenha que derrubar o outro. Guerras aconteceram por causa disso, milhões de pessoas morreram e nem por isso o homem passou a respeitar. Cada dia mais o homem divide, o homem separa, o homem descrimina. E assim a cada dia mais pessoas morrem, mais doenças são criadas pelo próprio homem, mais problemas são causados, mais o meio ambiente é destruído. E mesmo assim o homem se acha capaz de fazer tudo.

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Dharana Rivas - Ecologista

RESPEITO part.3


Respeito é algo que desde que nascemos somos postos, limites, respeitamos nossos pais, nossos irmãos, nossos parentes, respeitamos nossos professores. E ai esse respeito some depois de uma certa idade, como se nunca estivesse existido. Parece fácil falar desse ponto, como se o respeito fosse o centro de tudo, mas é o que ele realmente é.

Se nós, todos nós tivéssemos respeito pelo próximo já estaríamos fazendo uma grande coisa, se todos se respeitassem talvez muitas guerras jamais teriam ocorrido, descriminações racionais nem existiriam, o planeta talvez não estivesse tão destruído como está.

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Dharana Rivas - Ecologista

RESPEITO part. 4


Mas então o que fazer? Apenas começar a respeitar os outros e deu? Esse é o caminho, se hoje você começar a respeitar mais as pessoas a sua volta verá como o dia se torna mais leve, como a vida fica tranqüila, verá que se você somar essa atitude com boas ações as coisas poderiam tomar proporções gigantescas. Que tal algumas?

• Fazer campanhas de uso racional de água e energia.
• Plantar árvores nas ruas é muito importante, porém é preciso pedir licença à prefeitura e aos moradores.
• Implementar a coleta seletiva nas escolas, no condomínio ou no bairro e divulgar o benefício de produtos biodegradáveis ou recicláveis.
• Realizar mutirões de limpeza e rearborização de praças, rios e lagos.
• Contribuir com a limpeza da cidade, praticando ações simples como não acumular lixo em casa, ruas, terrenos, praias, rios e mares. Não jogar lixo pela janela.
• Não fumar em ambientes públicos fechados.
• Utilizar a água que sobrou da chaleira, do cozimento de ovos e da lavagem de vegetais para aguar plantas. Armazenar água da chuva, em recipientes fechados, para lavar carros e calçadas, economizando água – recurso natural limitado – nas ações cotidianas.
• Diminuir o uso de energia elétrica entre 6 e 9 horas da noite. Desligar aparelhos que não estão sendo usados, economizando e evitando a falta de energia elétrica.
• Economizar papel. Imprimir apenas documentos importantes e procurar usar os dois lados da folha. O verso de uma folha pode ser usado como rascunho, bloco de recados ou para os desenhos das crianças.
• Participar de ações de preservação e defesa de mangues, rios e mares.
• Participar de projetos sociais para construção de cisternas e casas com esgotamento sanitário para famílias de baixa renda, em áreas urbanas ou rurais.
• Incentivar o uso de sacolas reutilizáveis para compras.
• Incentivar o uso de produtos feitos com material reciclado.

O mundo não está acabado, mas ele um dia acabará, e para que isso não ocorra o quanto antes, as atitudes tem que partir de você, de mim, de todos nós, não adianta apenas falarmos temos que agir enquanto a tempo.
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Dharana Rivas - Ecologista

FAÇA SUA PARTE!

Veja algumas dicas simples de como você pode colaborar para não lançar muitos gases causadores do efeito estufa na atmosfera:
Ao comprar:
Carne: Pergunte ao seu açogueiro ou ao supermercado que freqüenta de onde vem a carne que você compra. Cerca de 70% das áreas desmatadas são para abertura de novas pastagens. O desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de gases causadores do efeito estufa.
Madeira: Procure sempre o selo FSC. O selo é a garantia de que a madeira foi retirada corretamente. O desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de gases causadores do efeito estufa. Quanto mais incentivamos o manejo sustentável, menores serão os incentivos para desmatar completamente determinadas áreas.
Transporte: Prefira o transporte público. Além de ser menos poluente, você evitará parte do estresse do dia-a-dia; Use bicicleta ou caminhe sempre que possível. É saudável e você estará contribuindo para um planeta mais limpo; Se não houver ciclovias, fale com seus representantes políticos para que as construam; Para viagens curtas a trabalho ou de turismo, prefira o ônibus.
Carro: Faça sempre uma revisão. Além de evitar possíveis dores de cabeça, um carro que funciona corretamente consome menos combustível e menos gases causadores do efeito estufa; Calibre bem os pneus do seu carro. Os pneus bem calibrados evitam um consumo excessivo de gasolina e dão mais segurança; Ao comprar, dê preferência aos veículos flex e que sejam mais econômicos; Se puder, abasteça com álcool e não com gasolina.
Em casa: Procure sempre comprar aparelhos eficientes em consumo de eletricidade; Desligue as luzes dos ambientes não utilizados; Retire das tomadas os aparelhos em stand-by (os que ficam com as luzinhas vermelhas acesas); Instale painéis solares para aquecer a água. A longo prazo, você poupará energia e dinheiro; Substitua as lâmpadas principais da casa por lâmpadas fluorescentes compactas, consomem 75% a menos que as convencionais; Desligue o chuveiro quando estiver se ensaboando.
No trabalho: Verifique se as luzes estão desligadas ao sair; Seja ativo: forme uma comissão para verificar como a empresa pode gastar menos energia; Mantenha os aparelhos de ar condicionado a 25o C; Verifique se os aparelhos de ar condicionado estão na sombra. Eles consomem 5% menos se não estiverem no sol.
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Rochelle Nardi - secretária do comitê

O futuro do planeta

A perspectiva mais otimista para o aumento nas emissões de dióxido de carbono é que as concentrações na atmosfera atingirão em 2100 o dobro dos níveis anteriores à Revolução Industrial. O cenário mais pessimista afirma que esse nível seria atingido já em 2045. O Terceiro Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC - Intergovernmental Panel on Climate Change) mostra que as temperaturas mundiais poderiam sofrer, até o final do século, um aumento de 1,4º C a 5,8º C.
Gráficos compilados pelo Instituto Meteorológico do reino Unido e da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia para a Organização Mundial de Meteorologia, mostram que os 10 anos mais quentes do mundo desde 1856 estão localizados entre 1990 e 2000.

fonte: WWF Brasil
POSTADO POR ROCHELLE NARDI - SECRETÁRIA DO COMITÊ

LEMBRETE


"Apesar de o Brasil ter aproximadamente 12% de toda a água doce do planeta, 22 milhões de pessoas não têm acesso a água de boa qualidade . A água é um recurso natural renovável: rios, lagos e lençóis subterrâneos são capazes de repor seus suprimentos, desde que a humanidade não os esvazie rápido demais ou os contamine."
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Dharana Rivas - Ecologista